A quadratura do círculo é um problema proposto pelos antigos geômetras gregos consistindo em construir um quadrado com a mesma área de um dado círculo servindo-se somente de uma régua e um compasso em um número finito de etapas. A transcendência de π estabelece a impossibilidade de se resolver o problema da quadratura do círculo: é impossível construir, somente com uma régua e um compasso, um quadrado cuja área seja rigorosamente igual à área de um determinado círculo.
Vários foram os pensadores e filósofos que, desde a Grécia Antiga, postularam uma suposta dicotomia entre razão e emoção. Quando Platão definiu como virtude a liberação e troca de todas as paixões, prazeres e valores individuais pelo pensamento, considerado, por ele, um valor universal e ligado à imutabilidade das formas eternas (Silva, 2002), e quando Descartes criou a tão conhecida e famosa afirmação na história da filosofia – “Penso, logo existo”-, sugeriam a possibilidade de separação entre razão e emoção ou, o que seria mais adequado, assumiram implicitamente uma hierarquia entre tais instâncias do raciocínio humano, em que o pensamento tem valor de excelência. Mas “A razão nasce da emoção e vive da sua morte.”
Então, já que não é possível reproduzir a quadratura do circulo, vamos discutir o “sexo dos anjos”.
Gostaria de saber como uso a referencia bibliografica do texto Ética e Moral, pois estou fazendo um trabalho que tenho que colocar todo dentro da formatação ABNT. Preciso saber quem escreveu o artigo. Muito obrigada!